
Por séculos, religiões de matriz africana foram chamadas de “macumba”, “coisa do demônio”, “feitiçaria”…
Foram perseguidas, invadidas, ridicularizadas e criminalizadas.
Mas aí eu te pergunto com respeito e consciência:
como uma religião pode julgar a outra…
…quando dentro das próprias igrejas existem ossos, pedaços de corpos e restos mortais de pessoas santificadas expostos ao público como relíquias sagradas? PESSOAS ESSA MUITAS VEZES PERSEGUIDAS E ASSASSINADAS PELA PRÓPRIA IGREJA
Sim.
Em várias igrejas pelo mundo existem:
ossos
sangue preservado
partes do corpo
corpos mumificados e até crânios em exposição
E isso é chamado de “fé”.
Agora, quando um povo preto acende uma vela, faz um banho, canta para seus ancestrais e honra seus guias…
Chamam de “bruxaria”.
Chamam de “coisa ruim”.
Chamam de “macumba”.
Não é sobre religião. É sobre racismo.
É sobre quem pode ter fé sem ser atacado.
E a dor não para por aí…
Até quem busca sua ancestralidade sofre preconceito.
Porque quando alguém decide olhar pra trás, reconhecer suas raízes, honrar seus ancestrais e voltar para o que sempre foi seu…
o mundo tenta ridicularizar, diminuir e apontar.
Buscar ancestralidade é cura.
É identidade.
É reconexão.
Mas pra muita gente, o problema não é a fé…
é o fato dela ser preta.
Axé é sagrado.
E o preconceito também tem nome: intolerância religiosa.
Fonte: Batuque Do Rio Grande do Sul
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