
LUIZ PHILLIPI MACHADO DE MORAES MOURÃO, o “SICÁRIO”, foi sepultado no dia 6 de FEVEREIRO, um mês antes de sua prisão e suposto suicídio. LUIZ PHILLIPI MACHADO DE MORAES MOURÃO, o “SICÁRIO” de DANIEL VORCARO, teve um final tão explicado como o assassinato de PC FARIAS, no caso COLLOR. Sicário foi preso pela Polícia Federal (PF) em 6 de março de 2026. No mesmo dia, tentou suicídio na carceragem da corporação em Belo Horizonte e foi levado ao Hospital João XXIII, também na capital mineira. Segundo a defesa, ele faleceu devido à morte encefálica, por falta de oxigênio no cérebro. Morte confirmada na manhã do dia 7 de março e o sepultamento ocorreu no dia seguinte,8 de março.
A certidão de óbito foi registrada no Cartório do 1º Subsdistrito de Belo Horizonte. O documento, emitido um dia após sua morte, não especifica o motivo do falecimento. A certidão diz apenas que a causa da morte está “aguardando exames”.
Segundo donos de cartório consultados pela coluna sob reserva, isso não é usual. Eles ponderam, contudo, que isso pode acontecer quando a família quer realizar o enterro o quanto antes, mas ainda há necessidade de realizar exames para comprovar a causa da morte.
Em casos de suicídio, a certidão pode constar, por exemplo, como “lesões auto-infligidas”. No caso de Sicário, ele teria morrido após tentar se matar na prisão e ser levado a um hospital, segundo a PF.
De acordo com os dados da Prefeitura de Belo Horizonte, Sicário está enterrado no Cemitério do Bonfim, um dos mais importantes da capital mineira. Tudo muito rápido e sem mídia, oque não é comum num caso envolvendo crimes com personagens conhecidos da política e empresas nacionais, as informações se resumem em “notas” distribuídas à imprensa, nada de imagens, nem um repórter curioso, nem uma imagem vasada, isso já foge completamente à realidade, mas algo mais esdrúxulo veio à tona. Segundo os documentos da capital mineira, LUIZ PHILLIPI MACHADO DE MORAES MOURÃO, o “SICÁRIO”, foi sepultado no dia 6 de FEVEREIRO, mais de um mês antes de sua prisão e suposto suicídio. Quando essa informação se tornou pública algo ainda mais estranho aconteceu. O ministro do STF André Mendonça, responsável pelas investigações do Caso Master, negou o acesso da CPI do Crime Organizado do Senado aos dados da morte do Sicário. É muita coisa estranha envolvendo a morte da única testemunha que poderia elucidar todo o caso de corrupção e os nomes envolvidos.
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