
Uma onda de cancelamentos de viagens está preocupando o setor turístico da Bahia. Após episódios de tensão envolvendo turistas de Israel na cidade de Itacaré, relatos de operadores de turismo indicam que milhares de israelenses decidiram suspender ou cancelar viagens desde ontem (15) para o estado.
A repercussão internacional do caso ganhou força nas redes sociais e em fóruns de viagem utilizados por jovens israelenses que costumam visitar o Brasil após concluir o serviço militar obrigatório em Israel.
Cidades litorâneas da Bahia, como Itacaré e Morro de São Paulo, há anos figuram entre os destinos preferidos desse público, conhecido por movimentar pousadas, restaurantes, escolas de surf e passeios turísticos.
Empresários do setor afirmam que a possível queda no fluxo de visitantes pode gerar impactos econômicos significativos, já que o turismo internacional costuma movimentar milhares de dólares por temporada nas regiões costeiras.
Associações de turismo locais alertam que qualquer percepção de insegurança pode afastar visitantes estrangeiros e afetar diretamente a economia de cidades que dependem do turismo para gerar emprego e renda.
Especialistas destacam que episódios isolados, quando ganham grande repercussão internacional, podem influenciar decisões de viagem e prejudicar a imagem de destinos turísticos.
Comerciantes dizem que “A Polícia Militar da Bahia conduziu os israelitas para delegacia, mas não conduziu as pessoas que faziam protesto Pró-Palestina”.
Enquanto autoridades tentam reduzir a tensão e proteger a imagem do destino turístico, empresários e moradores torcem para que a Bahia volte a ser vista internacionalmente como um destino de hospitalidade, natureza e diversidade cultural. Os “empresários” acusam os manifestantes de “antissemitismo”, defendendo os turistas que praticam “antissemitismo” contra Palestinos. Seria cômico se não fosse trágico, os agressores se revoltaram ao encontrarem manifestações Pró-Palestina, cometeram agressões há brasileiros, em território brasileiro, por serem antissemitas, e cometerem verdadeiro genocídio no território Palestino. Pior é a ganancia dos “empresários”, que para aumentar os lucros, justificam os crimes aqui cometidos por antissemitas. A pergunta que não quer calar, supostamente estão vindo passar férias no Brasil, após concluir o serviço militar obrigatório, Israel está em guerra, eles não deveriam estar lá em prontidão defendendo sua pátria, ao invés de estar em praias brasileiras causando conflitos?
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